Não juro mentiras,
O que importa é não ser vencido!
Em minhas veias corre o sangue dos mouros,
O sangue cigano, o sangue espanhol.
Esse sangue latino de muitas misturas
Dos que nunca são vencidos,
Dos que amam para serem amados!
BOLO DE MILHO COM BAGAÇO ROS, HERNANDEZ, Maria do Carmo Oliveira. Copyrigt Autorizado o uso e divugulgaçao dedeque sitada a forte https://www.blogger.com/blog/post/edit/6400570663865323785/766886797459719124 INGREDIENTES 3 xícaras de chá de milho batido sem coar 4 xícaras de chá de bagaço de milho coado 4 ovos inteiros 2 xícaras de chá de açúcar ½ litro de leite 2 colheres de sopa de margarina 3 colheres de sopa de farinha de trigo 1 colher para sopa bem cheia de fermento em pó químico MODO DE FAZER Corte o milho de oito espigas, vá batendo no liquidificador aos poucos, colocando apenas o leite necessário para ficar o mais processado possível. Desse milho batido, separe três xícaras de chá de milho sem coar e coloque em uma tigela. O restante coe em uma peneira e, o bagaço volte ao liquidificador batendo mais uma vez apenas com o leite necessário. Coe novamente. O milho coado será reservado para uma receita de...
Admita Neusa Mendonça Google Imagem Não adianta fugir, nem se esquivar a sorte esta lançada Dizem que o amor e o ódio são vizinhos Mas por você nutro muito carinho Simplesmente e é nada mais Para mim tanto fez como tanto faz Nada mais vai conseguir tirar minha paz Já consigo te olhar de outra maneira Quer saber ainda como a primeira Você nunca será carta descartada Em meu coração sempre estará guardada Não como antes Mas pode mudar a qualquer instante De vítima passei a ser ré confessa Mas não tenho pressa A vida ensina Se for essa nossa sina Assim Seja..
FLECHA Aparecido Donizetti Hernandez 23/Outubro/2012 – 20h09 Google Imagem Vago pelas matas, somente a silhueta da luminosidade do Sol consigo enxergar, A mata lugar escuro, úmido, para quem não a conhece, até tenebroso o é. Vago pela mata a procura de caça, O que caçar nessa mata úmida e tenebrosa? Essa mata é a vida, a vida úmida e tenebrosa da mente, que mente e engana. Na tênue silhueta da luminosidade do Sol, o Sol da esperança, Esperança não da espera, mas de esperançar, de ter objetivos. Objetivos da caçada a qual me encontro, de encontrar a mente que não mente. Estico o arco e arremesso a flecha pontiaguda. Qual caça nessa ponta irei encontrar, nessa mente que mente? Flecha da solidão da mente que não mente, Na ponta da flecha somente encontrarei a ti, Na minha mente que não mente.
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