domingo, 30 de outubro de 2011

MEU JARDIM











2 comentários:

  1. Meu querido amigo é um privilegio poder usufruir alem dos poemas maravilhoso um jardim com tanta beleza lhe desejo muito sucesso um grande abraço

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  2. Teu jardim fez lembrar que somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Será que somos mesmo responsáveis ou será que abandonamos quando não nos interessa mais? Responsabilidade pesa, atrapalha, prende. E hoje em dia o lema tem sido "liberdade" e deixamos então a "rosa" murchar e morrer. Assim como o principecinho conhecemos e cativamos a "flor" e vimos os detalhes, o carinho, a atenção, a voz, o tom, a cumplicidade, tudo que diferencia uma "flor" de outra. Mas como não queremos perder a liberdade e nem sermos responsáveis por ninguém que cativamos passamos a colocar espinhos na "flor" que por muito tempo ficou presente em nossas vidas e desconsideramos toda a alegria, todo o perfume e todos os fatos que vivemos quando a "flor" era vista como "flor". "Ela me perfumava, me iluminava".Substituímos facilmente a flor que cativamos sem nos darmos conta que é insubstituível. Nos iludimos com flores novas e quão difícil perceber que são artificiais e que suas pétalas não tem a mesma cor da flor que cativamos. Não é preciso perdermos para darmos valor a nossa "flor" e talvez quando o principezinho voltar encontre a rosa a sua espera, mas talvez não...

    "_ Vai rever as rosas – disse a raposa. – Assim, compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.

    _ Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
    _ O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, para não esquecer.
    _ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
    _ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu ele, para não esquecer.

    _ Os homens esqueceram essa verdade – disse ainda a raposa. – Mas tu não deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…

    _ Eu sou responsável pela minha rosa… – repetiu o principezinho, para não esquecer." (Extraído do Pequeno Príncipe)

    Que os homens de bem sintam-se responsáveis e não abandonem a quem tenha cativado, matando a rosa morreremos também.

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