quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O POETA E A DOR



    

 O Poeta e a dor
Ubirajara Mello de Almeida

Quando o frescor da vaidade passar
Do sonho infantil ao frio perverso
Perdão e lágrimas vão te humilhar
Nem terás do poeta nenhum verso.

Se a vergonha usar o orgulho como arma
Sentirás no próprio rosto a vergonha
Refletida na imagem do teu karma
Nascido pra sonhar pois já não sonha.

O tempo é testemunha deste drama
No conflito entre o peito e sua Musa
Fiel ao vil passado de dueto.
                 
Que o fio do cilindro emperre a trama
Para morrer o pranto em luz confusa
Quando a dor cultivar este soneto.


Mande seus versos para serem divulgados!
Repasse aos seus amigos, seja Solidário!
 

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