CARTA DE PAPAI NOEL A JESUS
CARTA DE PAPAI NOEL A JESUS
Jesus meu grande amigo,
Eu não sei explicar, por que?
No dia do seu aniversário
Vinte cinco de dezembro, em nosso calendário
Por todos os recantos do planeta
É minha figura que aparece e não a sua
Nas casas, nas lojas na rua,
Minha foto está estampada.
Há muitos representantes da minha humilde imagem
Tão diferente de sua luminosa roupagem.
Mas... se eu puder e for merecedor
Quero ser o representante oficial do seu amor
A todos os pais aflitos que não podem dar presentes
E aqueles que choram amargurados,
Sem teto, sem chão, largados
Às agruras do tempo e sem destino.
Quero sim, cantar junto a eles o seu hino
De harmonia e de paz
Em cada lugar onde a arma
Substituiu o brinquedo
As crianças aflitas e com medo
Que presenciam o terror da guerra
Deixando sua marca de horror
Em toda Terra.
É sabido também que lhe compraz
Que eu visite os lares em euforia
Regados pelo luxo e em falsa alegria
Porque sei que eles também, são do seu rebanho
E quer dar a cada um, o ganho
Da vida verdadeira,
Onde não há ilusões e a ação primeira
É a da fraternidade, a da irmandade vivenciada
Em cada segundo que permeia a estrada.
Então, antes de sair para os lares
Quero pedir que adentre o meu coração
Para que eu entregue sua energia a cada irmão
Seja de qualquer raça, crença ou cor.
Que eu consiga dar-lhes o presente
Da Sua excelsa presença constante
Em cada átomo de vida de nossa Criação.
E junto consigo seguir no mesmo passo
Tendo por teto sua luz
Por abrigo, seu regaço,
Meu grande amigo Jesus!
13/12/2010
Cancioneiros do infinito por Marisa Cajado
Eu não sei explicar, por que?
No dia do seu aniversário
Vinte cinco de dezembro, em nosso calendário
Por todos os recantos do planeta
É minha figura que aparece e não a sua
Nas casas, nas lojas na rua,
Minha foto está estampada.
Há muitos representantes da minha humilde imagem
Tão diferente de sua luminosa roupagem.
Mas... se eu puder e for merecedor
Quero ser o representante oficial do seu amor
A todos os pais aflitos que não podem dar presentes
E aqueles que choram amargurados,
Sem teto, sem chão, largados
Às agruras do tempo e sem destino.
Quero sim, cantar junto a eles o seu hino
De harmonia e de paz
Em cada lugar onde a arma
Substituiu o brinquedo
As crianças aflitas e com medo
Que presenciam o terror da guerra
Deixando sua marca de horror
Em toda Terra.
É sabido também que lhe compraz
Que eu visite os lares em euforia
Regados pelo luxo e em falsa alegria
Porque sei que eles também, são do seu rebanho
E quer dar a cada um, o ganho
Da vida verdadeira,
Onde não há ilusões e a ação primeira
É a da fraternidade, a da irmandade vivenciada
Em cada segundo que permeia a estrada.
Então, antes de sair para os lares
Quero pedir que adentre o meu coração
Para que eu entregue sua energia a cada irmão
Seja de qualquer raça, crença ou cor.
Que eu consiga dar-lhes o presente
Da Sua excelsa presença constante
Em cada átomo de vida de nossa Criação.
E junto consigo seguir no mesmo passo
Tendo por teto sua luz
Por abrigo, seu regaço,
Meu grande amigo Jesus!
13/12/2010
Cancioneiros do infinito por Marisa Cajado

Na literatura podemos todas as coisas, inclusive ler esta carta do Velho Noel a Jesus. Mas, o que tem a ver um ser fruto do pensamento fantasioso humano, de apelo comercial desmedido com alguém como Jesus? O que há de comum entre estes personagens: Um fictício, real apenas na nossa imaginação egoísta, que tenta através de palavras e fantasias ter intimidade para falar de forma dissimulada das virtudes de Cristo... ser este que povoa a mente das crianças e até mesmo de adultos, por causa de palavras enganosas, sim enganosas porque se formos ver as suas origens reais, veremos que é oriundo de um simbolismo pautado em coisas obscuras que estão longe de Cristo, e que visa superá-lo sutilmente em tudo. É algo no mínimo inadmissível... Jesus é um ser real, grandioso e maravilhoso por tudo que é e representa. Jesus não divide a sua honra e glória com ninguém. Jesus é Deus! Devemos, pois, dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus!
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