terça-feira, 23 de outubro de 2012

FLECHA

FLECHA
Aparecido Donizetti Hernandez
23/Outubro/2012 – 20h09
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Vago pelas matas, somente a silhueta da luminosidade do Sol consigo enxergar,
A mata lugar escuro, úmido, para quem não a conhece, até tenebroso o é.
Vago pela mata a procura de caça,
O que caçar nessa mata úmida e tenebrosa?
Essa mata é a vida, a vida úmida e tenebrosa da mente, que mente e engana.

Na tênue silhueta da luminosidade do Sol, o Sol da esperança,
Esperança não da espera, mas de esperançar, de ter objetivos.
Objetivos da caçada a qual me encontro, de encontrar a mente que não mente.
Estico o arco e arremesso a flecha pontiaguda.

Qual caça nessa ponta irei encontrar, nessa mente que mente?
Flecha da solidão da mente que não mente,
Na ponta da flecha somente encontrarei a ti,
Na minha mente que não mente.

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