terça-feira, 23 de agosto de 2011

CHORA POESIA

CHORA POESIA
Fatima Mello - Fofinha


 
CHORA POESIA, NAS MÃOS QUE FALAM DE AMOR
MAS NAS ENTRELINHAS
E ÓDIO QUE DESPEJA
CHORA POESIA,
QUANDO O FEL DESTILADO
JORRA NA INCOERÊNCIA
DE QUEM TEM O DOM
DE MASCARAR O ÓDIO PELO AMOR VIL
AQUELE QUE FERE QUE MATA
AS PALAVRAS DA POESIA,
ASSIM COMO TRÁS ALENTO
PODE VIR A DESTRUIR,
NO DIGLADIO DE SER MELHOR
CHORA POESIA
O POETA NEM SEMPRE E COERENTE
NO QUE DIZ E ESCREVE
CHORA POESIA

CHORA POESIA, NAS MÃOS QUE FALAM DE AMOR
MAS NAS ENTRELINHAS
E ÓDIO QUE DESPEJA
CHORA POESIA,
QUANDO O FEL DESTILADO
JORRA NA INCOERÊNCIA
DE QUEM TEM O DOM
DE MASCARAR O ÓDIO PELO AMOR VIL
AQUELE QUE FERE QUE MATA
AS PALAVRAS DA POESIA,
ASSIM COMO TRÁS ALENTO
PODE VIR A DESTRUIR,
NO DIGLADIO DE SER MELHOR
CHORA POESIA
O POETA NEM SEMPRE E COERENTE
NO QUE DIZ E ESCREVE
ALGUNS USAM DO DON APENAS PRA QUERER SUBIR
SEM SE IMPORTAR QUE ESTA AO SEU LADO.

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