domingo, 25 de julho de 2010

INSÔNIA

Insônia³
Delasnieve Daspet



Não querem cerrar-se as pálpebras,
Magoadas....
O sono não chega.
Noite, no mais profundo silêncio,
A cerração e a escuridão era tal.

Mergulhando em perene penumbra,
Imaginei que nunca mais haveria de amanhecer!

Como um salgueiro triste,
Prendi minhas raízes no solo onde morrerei
De saudades...

Noite negra, velório de trevas,
O vento na face suaviza a ardência,
Fustigada pelas lágrimas...

Esgoto o cálice – lentamente!
DD_Campo Grande – MS – 9.02.10

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